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SELEÇÃO BRASILEIRA: COPA DE 1978.
SELEÇÃO BRASILEIRA: COPA DE 1978.

A Copa do Mundo FIFA de 1978 foi a 11ª Copa do Mundo disputada, e contou com a participação de 16 países. 107 países participaram das eliminatórias. O campeonato ocorreu na Argentina.

poster da copa de 78

Poster da copa de 1978.

Foi uma copa cercada de polêmicas. Muito se deveu ao clima político vivido na Argentina. O país vivia uma brutal ditadura imposta pelos militares, que viram na organização do torneio a oportunidade ideal para popularizar o regime e promover a distração nacional dos problemas políticos e econômicos. Uma autêntica política de "pão e circo".

mascote

Mascote da copa de 1978.

O craque holandês, Johan Cruijff, se recusou a jogar a Copa, supostamente como forma de protesto contra o regime militar. A organização também apresentou muitas falhas. Os estádios ficaram, em alguns lugares, prontos na última hora, e por isso os gramados recém-plantados se soltavam sob os pés dos jogadores.

Enquanto a Argentina sediou quase todos os seus jogos em Buenos Aires, os principais rivais faziam um "tour" pelo país, se desgastando com longas viagens.

CONMEBOL - Zona Sul-Americana (ou eliminatórias).

PRIMEIRA FASE

Grupo 1 - Brasil, Paraguai e Colômbia.

 20 de Fevereiro de 1977 - Bogotá, Colômbia - Colômbia 0x0 Brasil

24 de Fevereiro de 1977 - Bogotá, Colômbia - Paraguai 1x0 Colômbia

6 de Março de 1977 - Assunção, Paraguai - Paraguai 1x1 Colômbia

9 de Março de 1977 - Rio de Janeiro, Brasil - Brasil 6x0 Colômbia

13 de Março de 1977 - Assunção, Paraguai - Brasil 1x0 Paraguai

20 de Março de 1977 - Rio de Janeiro, Brasil - Brasil 1x1 Paraguai.

logo copa 78

Logomarca da copa de 1978.

Grupo Final - Brasil, Peru e Bolívia.

 10 de Julho de 1977 - Cali, Colômbia - Brasil 1x0 Peru

14 de Julho de 1977 - Cali, Colômbia - Brasil 8x0 Bolívia

17 de Julho de 1977 - Cali, Colômbia - Peru 5x0 Bolívia

 Muita coisa mudou no futebol brasileiro desde1974. Uma intervenção velada na CBD pusera fim ao longo reinado de João Havelange. Para seu lugar foi indicado, um novo todo poderoso, o Almirante Heleno Nunes. A intervenção tinha claros fins políticos. O Almirante era presidente da Arena, partido político do Governo no Estado do Rio de Janeiro.

 Sempre que se aproximava a disputa de uma Copa do Mundo, muitas discussões são levadas para as mesas redondas, nas conversas de bar, nos bate bocas de rua. Antes da Copa de 1978, a discussão não era sobre convocação, clubismo ou até mesmo, o regionalismo que sempre temperava as alterações mais apaixonadas. Para o mundial na Argentina, taticamente o futebol brasileiro estava atrasado em relação ao europeu. Essa filosofia é que se discutia pelo Brasil inteiro. Todos queriam saber qual o treinador escolhido pela CBD que tentaria revolucionar o nosso futebol. Coube a Osvaldo Brandão substituir Zagalo no comando técnico da seleção. Embora experiente, conhecedor do oficio e disposto a contribuir para que o sistema defensivo de Zagalo se transformasse num capitulo definitivamente encerrado, Osvaldo Brandão não conseguiu chegar até 1978. Comandou a seleção no torneio do bicentenário da Independência dos Estados Unidos e até o primeiro tropeço do Brasil nas eliminatórias no dia 20 de fevereiro de 1977.

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O polêmico técnico da Seleção Brasileira de 1978, Cláudio Coutinho.

 Heleno Nunes novo presidente da CBD, dispensou Osvaldo Brandão e convocou o capitão Cláudio Coutinho. Um técnico de pouca experiência, mas que acreditava firmemente na teoria. Falava muito bem e era brilhante no transmitir suas instruções. O novo treinador levava para a seleção uma proposta tão nova quando discutível. O futebol brasileiro sempre apoiara sua força no brilho individual de suas grandes estrelas. Mas, os tempos eram outros. A fase do futebol individualista, segundo o novo treinador, ficou para trás. “Polivalência” foi o primeiro termo que Coutinho incorporou ao vocabulário do futebol brasileiro. Outros se seguiram , do britânico “over laping” ao indefinido “ponto futuro”. Era muita teoria e pouca prática.

 Foram novidades que deram certo no restante das eliminatórias que o Brasil lutava pela classificação com colombianos e paraguaios. Novidades, porém que não teriam o mesmo sucesso durante a excursão que a seleção realizou pelo exterior, um mês antes da Copa do Mundo de 1978. Coutinho observou muito, mas não evoluiu em suas convicções. A polivalência continuava sendo apenas uma palavra. O coletivo parecia definitivamente incompatível com o temperamento individual do jogador brasileiro. E o padrão de jogo ficava cada vez mas indefinido.

  http://www.copasdomundo.net/o-brasil-tenta-revolucionar-em-1978.html

No grupo da Argentina, a Itália roubou a cena e venceu os seus três jogos da primeira fase. Com um gol de Bettega, despachou os donos da casa, 1 x 0. Era a geração de Paolo Rossi, Conti e Scirea começando a brilhar. A Argentina venceu Hungria e França, ambas por 2 x 1 e ficou com a segunda vaga. O bom time francês não levou sorte e acabou eliminado. Craques como Rocheteau, Platini, Tigana e Six brilhariam mais quatro anos depois (Marques, Armando - 2002 - "Todas as Copas do Mundo").

No grupo do Brasil, outro drama pós-70. A seleção canarinho, perdida em meio aos malabarismos táticos do técnico Cláudio Coutinho, não empolgava. O time era lento, apático e não se encontrava. Possuía dois jogadores da verdadeira linhagem de camisas 10, Zico e Roberto Rivellino (tricampeão em 1970), mas nenhum dos dois brilhou. No primeiro jogo, o Brasil empatou com a Suécia por 1 x 1. Neste jogo uma curiosidade: no último lance do jogo, há um escanteio a favor do Brasil. A bola é centrada na área e Zico marca um gol de cabeça. Mas o árbitro galês Clive Thomas anulou o gol, argumentando que encerrou o jogo com a bola no ar, após o corner.

Brasil e Suécia

O gol anulado, que daria a vitória do Brasil sobre a Suécia (1 x 1)

O Brasil ainda empatou com a Espanha em 0 a 0.

copa de 1978

Lance de Brasil 0 x 0 Espanha.

 E só se classificou ao vencer a Áustria no terceiro jogo, 1 x 0, gol de Roberto Dinamite. Mesmo com a derrota, a Áustria, que vencera os dois primeiros jogos, ficou com a outra vaga.

 Brasil e Áustria

Gol do Brasil contra a Áustria.

 A Holanda, sem Rinus Michels e Cruijff, não era a mesma e também teve dificuldades em se classificar. Venceu o fraco Irã por 3 a 0, depois empatou com o Peru em 0 a 0 e perdeu da Escócia por 3 a 2. O Peru foi a grande sensação do grupo, com seu futebol clássico e técnico, que tinha Teófilo Cubillas como seu principal artífice. Venceu, ainda na primeira fase, a Escócia por 3 a 1 e goleou o Irã por 4 a 1.

Alemanha Ocidental e Polônia dividiram as vagas de seu grupo entre si sem maiores dificuldades. Neste grupo, a Tunísia fez história ao conquistar a primeira vitória de uma seleção africana em copas, 3x1 no México.

Estavam na segunda fase: Argentina, Peru, Brasil e Polônia no Grupo A e Alemanha, Itália, Países Baixos e Áustria no grupo B.

Na segunda fase, a "Laranja Mecânica" reencontrou seu melhor futebol e embalou na Copa: goleou a Áustria por 5 x 1; empatou com a Alemanha Ocidental em 2 x 2 e ganhou da favorita Itália 2 x 1, conseguindo uma vaga para a final.

No grupo de Brasil e Argentina, o maior escândalo da história das Copas. O Brasil, modificado com as entradas de Rodrigues Neto, Jorge Mendonça e Roberto Dinamite nos lugares de Edinho, Zico e Reinaldo, se recuperou da apatia da 1ª fase e venceu o Peru por 3 a 0.

 Brasil e Peru

Lance de Brasil 3 x 0 Peru.

 A Argentina passou pela Polônia por 2 a 0. Em Rosário, argentinos e brasileiros duelaram numa verdadeira batalha, mas o jogo ficou no 0 a 0. Foi jogo nervoso, pois Coutinho escalou o jogador Chicão (falecido em 2008) para intimidar os argentinos com um jogo duro e de marcação. Mas este empate seria fatal para o Brasil.

Na última rodada, a equipe venceu tranquilamente a Polônia por 3 a 1. Com este resultado, restava à Argentina vencer o Peru por 4 gols de diferença.

 Uma vantagem considerável, pois desde que César Luis Menotti se tornara técnico da seleção, os alvi-celestes jamais tinham vencido um jogo por mais de 3 gols. O Peru, literalmente, abriu mão do direito de jogar, e levou suspeitíssimos 6 a 0. Uma curiosidade: o goleiro peruano, Ramón Quiroga, era argentino de nascimento, e falhou em vários gols.

Ao Brasil, restou vencer a Itália na decisão de 3º lugar com um golaço de Nelinho, onde a bola fez uma curva improvável e surpreendeu o experiente goleiro Dino Zoff. O outro gol foi marcado por Dirceu, o grande destaque verde-amarelo no torneio.

 No dia 24 de junho de 1978, as seleções do Brasil e da Itália adentravam o gramado do lendário Monumental de Nuñez diante quase 70 mil pessoas. O escrete canarinho demorou para se encontrar em campo e acabou saindo atrás no placar. Aos trinta e oito minutos do primeiro tempo, Paolo Rossi (nosso carrasco em 1982) escapou pela direita e cruzou para a área. O goleiro Emerson Leão não cortou o cruzamento, a zaga ficou só olhando e Franco Causio aproveitou para cabecear livre dentro da pequena área e marcar o primeiro da Azzurra.
Cláudio Coutinho mandou o time ao ataque na segunda etapa. Sacou o folclórico "Búfalo" Gil para a entrada do atleticano Reinaldo. Aos 19 minutos, quando Rivellino se preparava para entrar em campo, Roberto Dinamite lançou Nelinho pela direita. Quando todos esperavam um cruzamento, o camisa 13 da Seleção mandou uma bomba no ângulo de Zoff. O Brasil cresceu no jogo e a virada não demorou a sair. Rodrigues Neto cruzou para a área, Roberto rebateu e Dirceu acertou um belíssimo sem-pulo da meia-lua da grande área, aos 25 minutos da etapa derradeira.

Brasil e Itália

Lance de Brasil 2 x 1 Itália.

 BRASIL 2 X 1 ITALIA
DATA: 24 de junho de 1978
COMPETIÇÃO: Copa do Mundo de 1978
LOCAL: Estádio Monumental de Nuñez (Buenos Aires, Argentina)
PÚBLICO: 69.659 pessoas
ÁRBITRO: Abraham Klein (Israel)
CARTÕES AMARELOS: Nelinho, Batista e Claudio Gentile.
GOLS: Causio, aos 38' do primeiro tempo; Nelinho, aos 19', e Dirceu, aos 27' do segundo tempo.
BRASIL: Leão (Palmeiras); Nelinho (Cruzeiro), Oscar (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Rodrigues Neto (Botafogo); Batista (Internacional), Toninho Cerezo (Atlético-MG) depois Rivellino (Fluminense) e Jorge Mendonça (Palmeiras); Gil (Botafogo) depois Reinaldo (Atlético-MG), Roberto Dinamite (Vasco da Gama) e Dirceu (Vasco da Gama). TÉCNICO: Cláudio Coutinho.
ITÁLIA: Dino Zoff; Antonello Cuccureddu, Claudio Gentile, Gaetano Scirea e Antonio Cabrini; Patrizio Sala, Aldo Maldera e Giancarlo Antognoni (Claudio Sala); Franco Causio, Paolo Rossi e Roberto Bettega. TÉCNICO: Enzo Bearzot.

Na grande final, num Estádio Monumental de Nuñez lotado, os donos da casa queriam a revanche de 1974 e o título em 78! A Argentina pressiona e Mario Kempes abre o placar. Os holandeses empatam com um belo gol de cabeça de Dirk Nanninga. Aos 45 do segundo tempo, um susto para os argentinos: Rensenbrink acerta a trave de Fillol, para alívio geral nas arquibancadas. Na prorrogação, a Argentina atropela os Laranjas com dois gols - Kempes, de novo, e Bertoni, vingando a derrota de 4 x 0 sofrida na Copa de 74. Para encerrar o controvertido certame, o emblemático Coutinho, treinador da seleção brasileira, soltou mais um de seus malabarismos linguísticos: "Nós somos os campeões morais desta Copa!". Todavia, o título real ficou mesmo com a Argentina.

argentina

A delegação da Argentina com 22 dos 25 pré-convocados. No alto, da esquerda para a direita: Passarella, Olguín, Larrosa, Luque, o técnico Menotti, Bertoni, Pagnanini e Oviedo; no meio, Villa, Bottaniz, Baley, Lavolpe, Fillol, Tarantini e Killer; abaixo, Bravo, Gallego, Ortiz, Ardiles, Houseman, Rubén Galván, Valencia e Luis Galván. Faltam na imagem Maradona (que seria cortado junto com Bravo e Bottaniz), Alonso e Kempes.

CURIOSIDADES DA COPA DO MUNDO DE 1978

Pela primeira vez, as seleções ostentaram o logotipo do fabricante no uniforme.

Foi a primeira Copa em que a Argentina usou o escudo da AFA, Associação de Futebol Argentino no uniforme, nas Copas anteriores a camisa alviceleste estava sem o devido escudo.

Foi a última Copa em que 16 seleções participariam da fase final. A partir do Mundial da Espanha, em 1982, seriam 24 seleções.

O Brasil utilizou dezessete dos 22 jogadores inscritos. Apenas quatro disputaram todos os jogos completos: Leão, Oscar, Amaral e Batista.

Para disputar suas sete partidas, o Brasil percorreu 4.659 quilômetros pela Argentina. Já a Argentina percorreu apenas 618.

A Seleção Francesa tentou, sem êxito, boicotar a sua ida a Copa em resposta ao assassinato de freiras francesas por parte do Regime Militar.

Na decisão entre as seleções da Argentina e Holanda, um torcedor de 49 anos sofreu um ataque cardíaco no momento em que atacante neerlandês Rob Rensenbrink acertara a trave do goleiro argentino Ubaldo Fillol, porém foi socorrido a tempo de festejar a conquista inédita do título.

Os holandeses viraram de costas para o sanguinário ditador Jorge Rafael Videla na hora de receberem as suas medalhas de prata.

Esta Copa protagonizou o segundo escândalo de doping da história do torneio. O meia escocês Johnstone foi flagrado nos exames antidoping na partida em que sua seleção foi derrotada pelo Peru por 3x1. Johnstone, após o anúncio do doping, e de seu desligamento da delegação, fez as malas, e voltou para casa mais cedo. Depois do episódio, ele nunca mais foi convocado pela Escócia em competições internacionais.

No jogo Brasil e Suécia na 1ª fase, o jogo estava empatado em 1x1 até os acréscimos no final da partida, quando houve um escanteio a favor do Brasil. Quando o escanteio foi cobrado, o meia brasileiro Zico subiu de cabeça, e marcou o que seria o gol da vitória brasileira. Estranhamente, o juiz galês Clive Thomas encerrou o jogo, para desespero do time brasileiro. Sua alegação foi que ele terminara o jogo com a bola no ar. O time brasileiro entrou com duas representações contra o juiz na Comissão de Arbitragem e no Comitê Disciplinar da FIFA. O juiz foi afastado, e nunca mais apitaria uma partida de Copa.

Eliminadas na primeira fase, as seleções da França e da Hungria proporcionaram um verdadeiro papelão, sendo que a França, em protesto contra as más arbitragens, entrou também de camisa branca, pois a mesma estava sorteada para os húngaros, O árbitro do jogo, o brasileiro Arnaldo César Coelho, se recusava a começar a partida, enquanto a questão dos uniformes não estivesse resolvida, os jogadores da França acabaram sendo obrigados a jogarem com uniformes verdes listrado de branco, cedidos as pressas por um time amador, o Kimberley, os franceses venceram por 3x1.

O jornal inglês Sunday Times denunciou que os argentinos estavam fraudando os testes antidoping. Diziam que a urina para os exames após cada partida não era fornecida pelos jogadores, que inferiam fortes doses de anfetaminas. Um homem teria sido contratado só para urinar.

O jogador Rob Rensenbrink da seleção neerlandesa, marcou o gol 1000 da história da Copa do Mundo, convertendo um penalti, no jogo Escócia 3x2 Países Baixos.

A seleção da Tunísia tornou-se a primeira seleção africana a ganhar uma partida de Copa do Mundo, batendo o México por 3x1. As Águias de Cartago conseguiram ainda um empate em 0 a 0 com a Alemanha Ocidental, então campeã do mundo.

O Brasil se autoproclamou "campeão moral" por ter sido a única seleção invicta da Copa e porque o goleiro do Peru, Quiroga, teria facilitado a partida contra a Argentina. A Argentina precisava ganhar de uma diferença superior a quatro gols. Ganhou de 6 a 0. Além disso, Quiroga nasceu na Argentina e naturalizou-se peruano.

Atendendo a pedidos das emissoras de TV argentinas que alegaram estarem se adaptando a era do canal a cores, novidade da época na vizinha Argentina, a FIFA repentinamente alterou o horário dos jogos decisivos do Grupo B das semifinais da Copa de 1978: sendo que o jogo Brasil x Polônia seria disputado no horário vespertino, e o jogo Argentina x Peru no horário noturno, o selecionado argentino entrou em campo praticamente com o resultado em mãos.

Fernando Rodríguez Mondragón, filho de um chefe do tráfico de drogas Colombiano, declarou em 2007 à Rádio Caracol (Colômbia) que o desarticulado cartel de Cáli subornou a seleção do Peru, com uma cifra não revelada, para que deixasse a seleção da Argentina ganhar o decisivo jogo da segunda fase. A Argentina se classificou tendo os mesmos pontos que o Brasil, mas com melhor saldo de gols.

Foi a primeira edição da Copa que o Brasil terminou sem ser derrotado e não foi campeão, tal feito se repetiria em 1986, onde foi eliminado pela França nas quartas de final; nessa copa a Argentina novamente viria a ser campeã.

Houve rumores de que a Ditadura Militar argentina desejava o título a todo custo, o que segundo algumas pessoas, explicaria boa parte dos episódios estranhos ocorridos durante a Copa. A comemoração da imensa torcida argentina pela vitória de 6x0 sobre o Peru serviu para acabar com os protestos das Mães da Praça de Maio, que buscavam informações dos filhos desaparecidos, pois os mesmos haviam feito vários protestos contra o governo militar do país.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1978

 

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